Quem é Rosa

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“A vida é a descoberta de quem somos." contato: rosicleidedavid@ymail.com

intervalos

Nos meus intervalos, eu passo por aqui...
Revelo a colheita do que plantei durante o dia,
Faço uma breve análise do que está em mim ou do que se passa ao meu redor,
Ou simplesmente deixo fragmentos de sonhos...

Os textos de minha autoria são protegidos pela lei n° 9.610 de 19-02-1998, lei dos direitos autorais.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

22 de novembro de 2010





... não somos como os gatos, que têm sete vidas...


Temos uma vida por dia...

Renascemos todos os dias quando acordamos, podendo construir e reconstruir, escrever de maneiras diferentes a nossa história, onde cada palavra é uma escolha.
Escolhemos se vamos acordar com um sorriso ou se vai ser o nosso dia de fúria.
Se vamos nos fechar no nosso mundinho ou vamos contribuir para a construção do mundo de outros.
...
E assim, como renascemos todos os dias, também morremos todas as noites quando fechamos os nossos olhos. Porque o dia que se passou não voltará mais, e mesmo que tentássemos reviver cada minuto da mesma maneira, não conseguiríamos reprisar. A vida que tivemos naquele dia, já foi vivida


Por isso, não gosto daquela frase que diz que devemos "viver a vida como se fosse o último dia". Nem dá pra dizer que é o primeiro, isso até parece uma contradição do que antes escrevi, cada dia ( cada vida) é uma continuidade, os problemas não desaparecerão, mas também poderemos continuar a desfrutar da felicidade cotidiana. No entanto, cada dia ( cada vida) vai ser único, e não vai ser possível vivê- lo de novo.


por Rose David 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

15 de novembro de 2010

Sonhei com você...


O mundo estava acabando, e todos desesperados não sabiam por onde ir. Se agrupavam por religiões, e esses grupos perturbados, esqueciam suas orações. O chão desmoronava e tudo mais o que se construiu, o conhecimento diante dessa situação apenas trazia caos aos corações, que procuravam desesperadamente em um canto da memória as instruções de como deveriam agir.
O chão desmoronava, as pessoas corriam, mas pareciam voltar sempre para o mesmo lugar. Você passou por mim, e tive a sensação de que pudesse haver um lugar pra onde ir.
Nos sonhos não precisamos ao certo caminhar por um trajeto, então logo me encontrei em um lugar tranquilo. Diante de uma bela árvore, com outras pessoas que tranquilamente entregavam -se ao Amor do Pai. O chão não mais estremecia, as pessoas pareciam satisfeitas, como crianças que não precisam saber se comportar. Uma mão segurou a minha, era a tua mão. Ficamos ali, de mãos dadas, existindo.


Acordei, e minha mão ainda estava quente e aquela sensação de calor humano acompanhou- me durante o dia.




por Rose

sábado, 13 de novembro de 2010

13 de novembro de 2010

Talvez eu ainda seja uma menina, e por isso eu entenda tão pouco...

Talvez eu tenha sonhado demais e acreditado que tudo era simples, e que ficaríamos bem.
E essa tristeza nos meus olhos, essa procura por respostas...
Não deveríamos amar quem não vai ficar.
Um amor que dilata o meu coração quando te vejo sereno, que me faz transbordar alegria quando te vejo sorrir.
E que na distância é capaz de contrair o coração a ponto dele quase não resistir.



Eu daria a minha vida pra que você fosse feliz.
Quem sabe, eu me tornaria um anjo, e longe desses sentimentos humanos que tornam o amor tão sofrido, eu te olhasse apenas com aquela devoção.


Esses olhos tristes que te pedem silenciosamente pra ficar, a cada olhar também se despedem.



Rose