Quem é Rosa

Minha foto
“A vida é a descoberta de quem somos."

intervalos

Nos meus intervalos, eu passo por aqui...
Revelo a colheita do que plantei durante o dia,
Faço uma breve análise do que está em mim ou do que se passa ao meu redor,
Ou simplesmente deixo fragmentos de sonhos...

Os textos de minha autoria são protegidos pela lei n° 9.610 de 19-02-1998, lei dos direitos autorais.

sábado, 27 de março de 2010

27 de março de 2010


Palavras



Aprendi a tecer os meus dias com as palavras
Se for dia de chuva, escrevo a palavra sol no vidro embaçado
Não que pare de chover, mas há de aparecer após a tempestade um arco – íris.
Descubro as palavras que eu mais gosto
E vou construindo os meus dias com elas...
E ao descobri- las vou também descobrindo quem eu sou...
O que eu quero é nada mais que a parte integrante de mim, de minha história.
… Harmonia …
… Força …
… Ternura …
… Liberdade …
Entre outras muitas, que compõem o vocabulário dos meus dias, e que além dos seus significados...
São traduzidas por minha percepção.
“Palavras”
Elas edificam
Constroem...
E mais ternamente digo
Com elas vou tecendo os meus dias.





Rose David

domingo, 21 de março de 2010

21 de março de 2010

" Não importa se os seus desejos vão ser incompreendidos... Se eles estão em seu coração...O seu destino é realizá- los."

Rose David

21 de março de 2010

Desejo que o seu coração abra- se, a ponto em que seja capaz de aceitar que as pessoas não precisam pensar como você... e mesmo assim, com o olhar sábio da compreensão, continuar sendo agradável.


Rose David

sábado, 20 de março de 2010

20 de março de 2010

Descrevendo sensações...

de um sábado à noite... há um tempo atrás...
uma troca de olhares...



Olhar


Eu li o trecho de um livro...
Neste trecho falava- se da sensação do “olhar nos olhos”, fitar delicadamente o olhar do outro, descansar ali ,em um breve momento, a nossa alma... e ao mesmo tempo em que era possível para aquele personagem se enxergar no olhar do outro, também era possível enxergar o que havia além daquele olhar que teria prendido a sua atenção.
O verbo olhar se confundia com o verbo encontrar...
Eu olhei... encontrei.
Ele olhou... encontrou.
Nos olhamos... nos encontramos.
Os personagens ao redor ficavam distantes à medida em que os dois se olhavam... se encontravam. E nesse momento o autor nos relatava que o tempo, embora tenha sido breve, pareceu estender- se a ponto de ter sido suficiente para ser registrado com toda doçura na memória. Doçura sim, porque se tivesse sabor essa leitura seria o de um doce, daqueles que toda criança quer e que todo adulto gosta porque lhe remete as lembranças mais afetuosas de sua vida.
Eu li o trecho de um livro...
Uns dos meus textos preferidos...
Naquele dia em que olhei nos teus olhos e pareci adentrar nas páginas de um livro, foi tamanho encanto, que caberia este texto a tal sensação.




Rose David
descrito em 20 de março de 2010
Para o dono daquele olhar!

terça-feira, 9 de março de 2010

09 de Março de 2010


O que quero ser quando eu crescer?

Por que temos que ter essa resposta na ponta da língua?
Se os meus pais tivessem me perguntado isto hoje, eu responderia com outra pergunta... E quando eu vou crescer?
Aliás, eu iria mais longe, eu questionaria... E quando vou saber que eu cresci?
E não importava a resposta, desde que houvesse uma. O que importava mesmo era a satisfação de ouvir uma resposta.
O engraçado é que eu, aos 25 anos, ainda não sei por completo o quero ser, "ainda não cresci". Mas sei o que não quero ser, embora nunca tenham me perguntado isto.
E é preciso crescer para ser?
Vejo aquela criança ali, inteira na presença de Deus sem nenhuma filosofia, na íntegra com a vida.
E eu, aos 25 anos, ainda não cresci. Embora "nunca deixei de ser".


Rose David

sexta-feira, 5 de março de 2010

05 de Março de 2010

Amores não morrem...

São as partes de nosso coração que encontramos pelo caminho.
Amor é vida...
Em constante movimento, transformação, pulsação.
Amores nos eternizam
Amores nos salvam...
O amor é o olhar que ainda consegue enxergar as cores do outro mesmo diante à uma mágoa acinzentada...
Amores brincam
Amores choram
Amores dizem adeus
Amores se reencontram
Amores tomam direções opostas, transformam- se...
O amor sempre te encontra
E te resgata... naquele sorriso
Naquela descoberta de algo em você que começou a fazer falta.
Amores não morrem
Amores ( nos) transformam ( se)...


Rose David


sábado, 20 de fevereiro de 2010

20 de Fevereiro de 2010


" Não confunda mudanças com perdas.
Por vezes, na vida será preciso mudar para ganhar."


Rose David

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

11 de Fevereiro de 2010


O Amor tornou- me Rosa...

Me deu a coragem de sonhar...
Por diversos meios, por lágrimas ou sorrisos... a finalidade do amor,
Se é que é assim que posso dizer, já que o Amor é o início, meio e fim ( fim?)...
A função do Amor é de nos transformar por incrível que pareça naquilo que somos,
Mostrar- nos o Caminho, a Verdade, a Vida...
Eu Sou quando Sou Amor.


Rose David

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

08 de Fevereiro de 2010

A Rosa que brotou do amor que nasceu



Um belo dia uma Rosa brotou de um amor que nasceu...
E cada pétala que ganhava vida trazia em si um significado... a Rosa era toda emoção.
Ali estavam a pétala da saudade, a da ternura, a do respeito, a da amizade... a pétala da verdade, da lealdade, dos carinhos, dos desejos, dos apegos... as pétalas se abraçavam e pareciam multiplicar- se, a Rosa exalava seu amor à longa distância. Entre os seus espinhos percorria a paixão, e se alguém se espetasse ao tocá- los sofreria apenas a dor do amor.
A linda Rosa que brotou do amor que nasceu, despertou no mesmo ao olhar para ela o desejo da posse. E o desejo descontentou aquele amor, já não bastava cuidar da Rosa e vê- la cada dia mais bela, não bastava tocá- la, era preciso tê- la em suas mãos e ao sentir isto, sentiu também uma pontada de ciúmes... e o ciúmes lhe despertou o egoísmo... e o egoísmo lhe dizia:
- Tira a Rosa de lá, não dividas o contemplar da beleza que foi desperta pelo teu amor!
O amor, sem pensar, não quis ao menos perguntar o que a Rosa queria. E assim, apenas disse:
- A Rosa é minha!
O amor ficou cego, não viu que a Rosa fazia parte da roseira e que se a retirasse, estaria lhe tirando a vida.
Enfim, o amor arrancou a Rosa da roseira, e durante algumas horas sentiu- se feliz ao tê- la em suas mãos. Mas, as horas passaram e com elas as pétalas murcharam, e como que se a Rosa estivesse fraca, as pétalas já não se abraçavam, elas se desprendiam e caíam ao chão.
O amor ficou triste ao notar o mal que causara a Rosa, ele a desprendeu de sua natureza. Entendeu ao olhar a Rosa morta que ela seria sempre sua, ali naquela roseira, sendo inteira com a sua liberdade de ser simplesmente a Rosa.
O amor passou a ser lembranças... de noite era lágrimas... de dia era esperança.
Até que uma noite foi dormir com o peso dos anos que se passaram. Mas, acordou leve, acordou recém – nascido, e ao renascer outra Rosa também brotou... e o amor enterneceu- se ao olhar para ela, desta vez desperto pelo desejo de vê- la feliz...



Rosicleide David
08 de Fevereiro de 2010

... uma doce inspiração.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

25 de Janeiro de 2010





" Há um certo encanto em comum nas relações...
Aquele olhar, que com o tempo nos desvenda os pensamentos
Aquele abraço, que nos dá mais força do que qualquer conselho
O falar e ouvir correções que nem sempre são desejadas, mas que carregam na sinceridade a ternura...
Há o encanto do encontro em certas relações
Onde, ao estar com o outro nos encontramos."


Rose David